terça-feira, 18 de agosto de 2020

Randomicidades do mês: julho

 Livros

O incrível livro de hipnotismo de Molly Moon – Georgia Byng

Releitura de mais um livro da infância/adolescência. Molly Moon é uma órfã que vive uma vida sem graça em um orfanato terrível até aprender hipnotismo, descobrir que é muito boa nisso e viver altas aventuras em Nova York. O livro é divertidinho, apesar de eu ter achado a protagonista meio inconsequente demais em alguns momentos.

Nota: 3,5

The bear comes home – Rafi Zabor

A premissa desse livro é muito interessante, com um urso falante que toca saxofone, mas o livro é longo demais, o estilo da escrita não é dos meus favoritos, há detalhes demais sobre jazz, assunto de que não entendo, e os personagens não são dos mais interessantes. Penei um pouco para terminar.

Nota: 2,75

O elefante do mágico – Kate DiCamillo

Outra releitura. Não lembrava muito desse livro e relendo percebi que é porque ele não é dos mais marcantes mesmo. É sobre um menino órfão que busca pela irmã e sobre uma mágica que dá errado e faz aparecer um elefante do nada. É bonitinho e bem curto.

Nota: 3,0

Molly Moon conquista Hollywood – Georgia Byng

Segundo livro da série, que dessa vez mostra as aventuras rocambolescas de Molly e seu amigo tentando lidar com um hipnotizador poderoso que controlas as principais estrelas hollywoodianas. A trama vai ficando cada vez mais mirabolante e não gostei muito disso, principalmente no final. Não sei por que os livros da Molly Moon sempre têm ter esse deslumbramento com a fama e a riqueza, é meio cansativo.

Nota: 3,0

Minha irmã, a serial killer – Oyinkan Braithwaite

História sobre duas irmãs muito diferentes entre si, uma delas bela e sedutora, que mata os namorados, e a outra certinha, que limpa a sujeira causada pela irmã. Gostei da dinâmica entre elas e do humor.

Nota: 4,0


Séries e animes


Honzuki no gekokujou (2ª temporada)

Essa temporada mostra Myne se adaptando à nova vida na igreja (que não é nada fácil) e o avanço de suas criações. Há uma grande diferença com a mudança de ambiente, porque há todo um novo grupo de personagens e conflitos, mas o foco do anime permanece o mesmo. Honzuki é bem diferente das coisas que costumo assistir e gosto de como ele é pé no chão mesmo se passando num mundo de fantasia, apesar de às vezes achar que ele poderia ser mais empolgante.

Nota: 3,25

Dark (3ª temporada)

Estava bem ansiosa para a conclusão da série, mas, apesar de ser um fim bem fechadinho, sem muitas pontas soltas, fiquei meio decepcionada com a temporada, que foi meio arrastada. Não gosto muito dessa tendência de episódios de uma hora, eles ficam cansativos. De resto, foi aquela dificuldade de lembrar quem é quem, quando e onde.

Nota: 3,5

Boca a boca

Série brasileira da Netflix apropriada para os tempos de pandemia. Nela, os adolescentes de uma cidadezinha são tomados por uma doença transmitida pelo beijo. É uma série muito bem produzida, com visual interessante. Vale a pena dar uma olhada.

Nota: 3,75

Recorder to randoseru re

Segunda temporada do anime curtinho sobre dois irmãos, o mais novo alto feito um adulto e a mais velha baixinha como criança. Infelizmente o anime continua repetindo as mesmas piadas, mas há algo nele que me faz continuar querendo ver.

Nota: 3,0

Futatsu no spica

Anime sobre uma menina que perdeu a mãe em um acidente de foguete, o que estranhamente faz com ela queira se tornar astronauta. O anime não é muito conhecido e foi uma surpresa positiva. Ele é meio lento, mas gosto da melancolia e da simplicidade dele.

Nota: 4,0

BNA

Animália é uma cidade onde os ferais, espécie semelhante à humana, mas com características animalizadas, podem viver em segurança. Michiru, uma humana que subitamente se vê transformada em feral, se refugia lá, onde se envolve nos mistérios daquela sociedade. Gosto bastante da parte visual do anime, com suas cores, desenho bem estilizado e animação fluida. A história alterna entre episódio muito bons e divertidos e outros nem tanto.

Nota: 3,25

2020: Japão submerso

Após um terremoto brutal, o Japão começa a submergir lentamente no oceano, levando a população ao pânico. Nesse cenário, uma família tenta sobreviver e encontrar um lugar seguro. O anime tem como um dos diretores Masaaki Yuasa, um dos grandes nomes dos animes, então as expectativas eram altas, mas o resultado deixou a desejar. Com um roteiro meio desconjuntado e cenas exageradas, a série tem momentos bem estranhos, mas pelo menos tem um ritmo rápido e prendeu minha atenção.

Nota: 3,0


Filmes

A sombra do pai

Filme de terror da mesma diretora de O animal cordial. Não é um terror muito aterrorizante e foca mais no relacionamento de um pai viúvo, a filha fascinada pelo ocultismo e a irmã. Não sei muito bem o que achei.

Nota: 3,0

Nós

Já faz um tempo que queria ver esse filme. É um pouco diferente do que eu imaginava, mas até que gostei.

Nota: 3,5

Mulheres do século 20

Filme sobre uma mãe, seu filho e as pessoas ao redor deles nos anos 70. Fui assistir sem saber muito bem do que se tratava e estava gostando bastante do começo, mas mais para o fim fui achando meio comprido demais. 

Nota: 3,5

Sorry to bother you

Outro filme que fui ver sem saber quase nada. Achei muito interessante e gostei do humor negro.

Nota: 4,0

terça-feira, 21 de julho de 2020

Randomicidades do mês: junho

Mais um post quase no fim do mês...

Livros


Boa noite Punpun – vols. 4, 5, 6 e 7 – Inio Asano
Terminei minha releitura de Punpun e foi uma montanha-russa de emoções. Talvez eu não tenha amado e me abalado emocionalmente tanto quanto da primeira vez, mas ainda assim foi uma ótima experiência.
Nota: 4,0


Avatar: The Last Airbender: The Search – Gene Luen Yang
Nessa HQ, Aang, Katara e Sokka se juntam para ajudar Zuko a encontrar sua mãe, levando Azula junto. Gostei da interação do grupo, com todos os atritos provocados pela Azula, e esperava um desenvolvimento maior da personagem, mas fiquei meio frustrada com o final, que me pareceu súbito. 
Nota: 3,5


The Killing Doll – Ruth Rendell
Livro aleatório que peguei da minha mãe. Nele, um menino se encanta pelo ocultismo, e sua irmã, que vive uma vida meio vazia, passa a acreditar nos poderes dele e desejar que ele use a magia para lidar com acontecimentos indesejados. Achei o livro meio arrastado, fiquei o tempo todo esperando que as coisas acontecessem e nada (até porque a história tem duas tramas paralelas e eu fiquei esperando que os personagens das duas se encontrassem logo). Para quem gosta de thrillers mais lentos, que exploram o psicológico dos personagens, pode ser uma boa pedida.
Nota: 3,0


As garotas – Emma Cline
Livremente inspirado na seita de Charles Manson, o livro conta a história de uma adolescente que fica fascinada por um grupo de garotas, que lhe parece confiante e livre, e se junta a uma seita que mais tarde viria a cometer um grande crime. É interessante, mas minha atenção durante a leitura oscilou bastante e tive dificuldades de me importar com os personagens.
Nota: 3,0


Robô selvagem – Peter Brown
Livro sobre um robô que vai parar numa ilha deserta e aprende a sobreviver na natureza selvagem observando os animais ao seu redor. O livro é mais infantil do que eu esperava, o que não é necessariamente algo ruim. Amei as ilustrações fofinhas.
Nota: 3,25


A ilustre família do ministro Ahuja – Karan Mahajan
O livro foca no ministro Ahuja, em seu filho mais velho e no relacionamento deles com a família enorme e caótica. Gosto do tom satírico e mordaz do livro, principalmente nas críticas à Índia e à política, mas às vezes o humor fica cansativo.
Nota: 3,0


Red, White and Royal Blue – Casey McQuiston
Eu queria gostar desse livro, que fez bastante sucesso, mas a verdade é que sou meio chata para romances. Não consegui gostar muito de nenhum dos personagens, pois um é chato e o outro não tem muita personalidade. Além disso, o livro é meio longo e tem partes chatíssimas de política, com a campanha presidencial da mãe do protagonista. Tive que fazer leitura dinâmica nessas partes.
Nota: 2,75

Séries e animes


Terrace House: Tokyo 2019-2020
Quinta temporada do reality show japonês em que seis estranhos vivem juntos em uma casa. Infelizmente essa temporada foi marcada por um acontecimento triste: o suicídio de Hana Kimura, uma das participantes, durante o hiato devido à pandemia. Ela sofreu cyberbullying intenso por sua participação na série, o que pode ter sido um dos motivos que a fez tirar a própria vida. Tirando esse fim trágico, a temporada teve bons momentos, participantes de que gostei e vários dramas, mas com o que aconteceu com a Hana e os boatos de que a produção forçou os participantes a fazer coisas que eles não queriam, o programa acabou com um gosto bem amargo.
Nota: ?


Moyashimon (1ª e 2ª temporadas)
Um jovem que consegue ver micróbios a olho nu inicia seus estudos em uma universidade agrícola, onde conhece outros alunos e usa sua habilidade para ajudar na grande arte da fermentação. Sempre tive curiosidade em ver esse anime pela premissa estranha e pelo design fofinho dos micróbios. É uma série divertida, às vezes bem educativa, às vezes meio boba. Não é nada muito incrível, mas achei legal.
Nota: 3,5


Kakushigoto
Kakushi Gotou é autor de mangás de comédia e também pai de uma menina de 10 anos. Envergonhado do conteúdo de suas obras, ele mantém sua profissão em segredo da filha, fazendo o possível e o impossível para esconder o fato. O humor do anime em geral nasce das situações absurdas em que Gotou se mete para esconder o segredo, mas há outras tramas menores que tornam a série mais variada e há uma parte mais dramática que se passa anos depois, quando a filha finalmente descobre o segredo do pai. A arte é vibrante e cheia de personalidade e eu amei a música de encerramento (que é uma música dos anos 80, mas que para mim soa meio anos 60).
Nota: 4,0


Lupin III (2015)
Faz tempo que eu queria assistir algo do Lupin além de O castelo de Cagliostro, e acabei sorteando essa série, que é a quarta com o personagem. Nela, Lupin e seus amigos vivem aventuras na Itália e arredores, roubando itens valiosos, fugindo de Zenigata e enganando a todos. É divertido e gostei de alguns episódios isolados, mas não gostei tanto de outros, principalmente da trama do Leonardo da Vinci. Ainda pretendo dar chance a outra série do Lupin, porque sei que essa não é considerada das melhores.
Nota: 3,0


Peace Maker Kurogane
Gosto bastante de histórias que se passam no Bakumatsu, período entre as eras Tokugawa e Meiji, e gosto principalmente do Shinsengumi, grupo de guerreiros que defendia o xogunato. Nesse anime, um jovem se junta ao Shinsengumi para se vingar do assassino dos pais, mas, por ser novo demais, fica com a função de pajem de Hijikata, o vice-comandante. O anime mostra o cotidiano dos personagens, com bastante comédia e leveza, mas é bem brutal nas cenas de ação. Há algumas tramas que não levam a lugar nenhum e personagens subutilizados, além de um fim não tão fechado porque tem um filme depois, mas no geral é um anime divertido e com bons momentos.
Nota: 3,5


His Dark Materials
Reli a série de livros há não muito tempo, o que talvez tenha tirado um pouco da minha empolgação com a série, que é muito bem produzida e razoavelmente fiel ao material original. Achei a adição de acontecimentos do segundo livro interessante, mas ao mesmo tempo achei essas partes meio chatas e imagino que quem não leu os livros não deve ter entendido muita coisa porque isso só vai ser explicado na segunda temporada.
Nota: 3,5


Recorder to randoseru do
Atsushi é um menino de 11 anos alto como um adulto, enquanto sua irmã mais velha, Atsumi, é uma adolescente pequena como criança. O anime, de apenas 3 minutos por episódio, explora as confusões provocadas por esse par pouco usual. O humor é bem bobinho, com algumas piadas repetitivas ao extremo, mas apesar disso, até que gostei, porque sou a trouxa que sempre gosta desses animes super curtos.
Nota: 3,0


A amiga genial: História do novo sobrenome
A segunda temporada da adaptação dos romances da Elena Ferrante é tão boa quanto a primeira, mas também não me empolgou tanto quanto os livros. Acho que na série a dupla de protagonistas não é tão interessante, o que torna seus defeitos mais aparentes e irritantes.
Nota: 3,75


Kaguya-sama wa Kokurasetai?: Tensai-tachi no Renai Zunousen
Segunda temporada do anime, que deixa os jogos mentais entre o par central um pouco de lado para aprofundar o relacionamento deles, explorar o passado de outro personagem e apresentar um novo membro do conselho estudantil. Não sou tão apaixonada pelo anime como meio mundo parece ser, mas achei a temporada muito divertida e tão boa quanto a primeira.
Nota: 3,75

Filmes


This magnificente cake
Animação em stop-motion com histórias curtas, relacionadas entre si, sobre a colonização europeia de um país africano. São histórias meio estranhas, como a de um homem que roubou o dinheiro do negócio da família e fugiu para a África, onde vive sozinho, bebendo em sua mansão enorme e vazia, até encontrar um caracol gigante. Gostei do estilo visual, com bonecos de feltro, mas não entendi muito bem algumas das histórias.
Nota: 3,25


Você nem imagina
Filme adolescente sobre Ellie, uma garota inteligente e solitária que desenvolve uma amizade com um garoto que lhe pede que escreva cartas de amor para a menina de quem ele gosta, que também é a menina de quem Ellie gosta. Achei o filme legal, mas nada muito especial.
Nota: 3,5


Já não me sinto em casa nesse mundo
Uma mulher se sente violada ao ter a casa invadida e roubada. Com a ajuda do vizinho fã de artes marciais (mas não muito bom nelas), ela vai atrás do ladrão e se mete em altas confusões. Não sabia o que esperar do filme e foi uma surpresa bem positiva. Achei bem divertido.
Nota: 3,75


Take me somewhere nice
Adolescente holandesa vai visitar o pai hospitalizado na Bósnia. Chegando no país, no entanto, as coisas dão errado e ela acaba em uma viagem estranha para cumprir seu objetivo. É um filme ok, meio esquecível.
Nota: 3,0


A simple favor
Filme cheio de plot twists sobre o desaparecimento de uma mulher e a tentativa de sua amiga de encontrá-la. Gostei da imprevisibilidade da trama, que manteve a minha atenção.
Nota: 3,5

terça-feira, 9 de junho de 2020

Randomicidades do mês: maio

Leituras


Avatar: The last airbender – The Promise – Gene Luen Yang
Depois de terminar a série animada, fiquei com um gostinho de quero mais e fui ler os quadrinhos, que são uma continuação da história. Neste, Aang e Zuko pretendem ajudar no processo de devolver as colônias conquistadas pela Nação do Fogo ao Reino da Terra, mas Zuko percebe que isso prejudicaria parte de seu povo e se recusa a continuar, o que gera um conflito entre os amigos e as nações. A história é interessante, mas drama demais é gerado de algo que poderia ser resolvido com uma conversa mais aprofundada. Tudo bem que o Zuko sempre foi impulsivo, mas achei que ele tinha amadurecido o suficiente para lidar com a situação com mais sabedoria.
Nota: 3,5


Serena – Ian McEwan
Uma mulher jovem e bela passa a trabalhar como secretária para o serviço secreto britânico até ser promovida para um projeto cultural secreto. Gosto muito do McEwan, mas achei esse livro bem morno. Esperava algo mais empolgante por tratar de espiões e esperava que pelo menos a escrita fosse mais envolvente.
Nota: 3,0


Boa noite, Punpun – vols. 1, 2 e 3 (edição da JBC) – Inio Asano
Decidi começar a reler o mangá agora que tenho a coleção completa. Por enquanto posso dizer que minha primeira leitura foi bem mais impactante, mas ainda acho a série muito boa, só não me conectei tanto assim com os personagens e temas. Está sendo interessante revisitar a obra, tem muita coisa que eu não lembrava mais.
Nota: 4,0


Micro – Michael Crichton e Richard Preston
Não sabia muito o que esperar desse livro, e o que recebi foi uma versão de “Querida, encolhi as crianças” com cientistas em uma selva do Havaí. Eu gosto bastante dessa premissa e estava achando o início bem empolgante, até que as coisas ficaram repetitivas e percebi que, sem tanto interesse na trama, o resto não se sustenta tão bem. Os personagens não são tão interessantes, o vilão é caricato e a história tem alguns clichês irritantes, mas é uma leitura fluida e divertida na maior parte do tempo.
Nota: 3,5


Sobre os ossos dos mortos – Olga Tokarczuk
Mortes misteriosas acontecem em uma pequena vila e nossa protagonista, uma velha excêntrica, fã de astrologia e defensora dos animais, vê nelas uma vingança dos animais contra os caçadores. Eu tinha altas expectativas em relação ao livro, mas achei a escrita meio arrastada e oscilei bastante entre simpatizar e odiar a protagonista.
Nota: 3,25


Na estrada Jellicoe – Melina Marchetta
Fazia um tempão que eu queria ler esse livro, mas o hype morreu e eu meio que esqueci dele. Que bom que decidi lê-lo agora, porque gostei bastante. O início é bastante confuso, alternando duas histórias e apresentando as coisas em termos vagos, mas é confuso de um jeito bom, intrigante, que te faz querer decifrar o mistério. Aos poucos as coisas vão fazendo sentido e o livro vai ganhando ritmo. Gostei bastante dos personagens e das interações entre eles.
Nota: 4,0


Colin Cosmo e os naturalistas – Eoin Colfer
Releitura de um livro da infância/adolescência. Eu era muito fã de Artemis Fowl, do mesmo autor, mas aqui sinto falta de personagens mais carismáticos e mais bem desenvolvidos. Não sou muito fã do enredo também, sobre um menino órfão que se junta a um grupo que luta contra criaturas misteriosas que só eles conseguem ver. A história meio que se perde em reviravolta após reviravolta e todas as descrições de invencionices tecnológicas são meio cansativas.
Nota: 2,5

Séries e animes


A máfia dos tigres
Como todos estavam falando dessa série documental, é óbvio que fiquei curiosa para ver. As pessoas e os acontecimentos mostrados nela são muito doidos, mas já tendo ouvido bastante coisa a respeito antes de começar a assistir, perdi parte do elemento surpresa. As histórias são completamente absurdas e essa é a graça da coisa, mas não achei a série tão envolvente quanto esperava.
Nota: 3,25


Hataraku Saibou
O anime acompanha um glóbulo vermelho em seu trabalho pelo corpo humano, muitas vezes encontrando bactérias, vírus e cia e observando as células do sistema imunológico salvando o dia mais uma vez. A ideia é muito legal e imagino que ele funcione como um bom anime educativo, mas achei a fórmula repetitiva, os personagens, mal explorados e, como não sou fã de ação, muitos episódios foram realmente chatos.
Nota: 3,0


Happy sugar life
Esse anime tem uma trama meio indigesta, com uma jovem que se apaixona por uma garotinha. É um anime meio exagerado, com quase todos os personagens moralmente questionáveis e acontecimentos não muito críveis, mas ele consegue desenvolver bem a tensão e tem alguns momentos visualmente criativos.
Nota: 3,25


Avatar: the last airbender
Vejo muitas pessoas que amam Avatar e o julgam uma das melhores séries animadas de todas, mas sempre tive certa relutância em assistir. A primeira temporada demorou para me conquistar; apesar de os personagens até serem interessantes, os conflitos por vezes eram meio bobos e as aventuras não estavam me deixando muito animada. Só no final da primeira temporada é que me senti realmente fisgada e acabei devorando o resto em poucos dias. Gosto bastante do worldbuilding e dos personagens de Avatar. O humor é meio bobo, mas é bem eficiente, e as cenas de ação em geral são bem animadas e coreografadas. Como quase todos os fãs, adorei o desenvolvimento do Zuko e seu relacionamento com o tio. Algumas coisas me incomodaram aqui e ali, fazendo com que eu não ache que a série é essa perfeição toda, mas no geral foi uma experiência muito satisfatória.
Nota: 4,0


Mahoutsukai no yome
Comecei a série gostando até que bastante e terminei decepcionada. A trama, de uma adolescente comprada por um mago para ser sua aprendiz e noiva, já não é das mais fascinantes, mas pelo menos o mundo fantástico era interessante. Depois de um tempo, no entanto, cansei de tudo. Os protagonistas são uma menina insossa e um mago chato, a trama se perde lá para o final e vai ficando cada vez mais chata. É um anime que parecia bem promissor e que agradou muita gente, mas talvez minhas expectativas fossem altas demais.
Nota: 3,0


Jyu Oh Sei
Após a morte dos pais, Thor é enviado a um planeta de natureza selvagem, onde humanos se organizam em clãs e lutam entre si para subir na hierarquia. O ritmo do anime é bem rápido, e isso foi algo que me agradou no início. No entanto, nos episódios finais, as coisas ficam corridas demais e faltou desenvolvimento a certos personagens. Para um anime pouco conhecido e que não parecia dos mais interessantes, até que ele me agradou.
Nota: 3,25


I am not okay with this
Série da Netflix sobre uma garota que descobre ter poderes. O criador da série e o autor do quadrinho que deu origem a ela são os mesmos de The End of the F*** World e as séries têm um estilo meio parecido, apesar de histórias bem diferentes. Achei a série cheia de clichês de histórias escolares adolescentes e meio previsível, mas divertida. Não é nada muito profundo ou inovador e infelizmente termina com um baita gancho para a possível próxima temporada.
Nota: 3,25


Digimon Tamers
Depois de muitso anos, decidi rever esse anime que é considerado o mais dark da franquia. Acho que minhas expectativas altas estragaram um pouco minha experiência, porque achei a série meio cansativa e repetitiva depois de um tempo e não me interessei tanto pela trama central. Gosto bastante que o anime seja diferente de seus predecessores e que seja ambicioso em seus temas, mas sinto que o desenvolvimento dos personagens poderia ser bem melhor, o que daria um peso maior a tudo.
Nota: 3,25


Tada-kun wa koi wo shinai
Eu queria uma comédia romântica despretensiosa e escolhi esse anime, que se inicia cheio de clichês, mas bem divertidinho, e cai em um drama sem muita preparação lá pelos últimos episódios. É um anime bem agradável e visualmente bonito, mas se beneficiaria de personagens mais carismáticos e de mais equilíbrio entre a comédia e o drama.
Nota: 3,25


The homecoming
Série coreana em que um grupo de amigos, participantes do programa Abnormal Summit, viaja para os países uns dos outros. Comecei a ver essa série sem conhecer os participantes, o que tira um pouco da graça da coisa, mas logo você se apega a eles. Gosto do foco meio descompromissado do programa, que tem bastante humor e é bem variado nas atrações visitadas. O defeito é que às vezes o programa é meio prolixo e que eu queria mais variedade de países. Outro defeito é que a Netflix só tinha alguns episódios e não encontrei o resto legendado. Não sei por que eles fazem isso com alguns programas coreanos nesse estilo. :(
Nota: 3,75

Filmes


Plano sequência dos mortos
Filme japonês que se inicia com uma longa perseguição de zumbis em plano sequência. No início é um pouco irritante, porque o filme é tosco e é uma gritaria só, mas depois tudo vai fazendo sentido e é bem legal ver como algumas coisas levam a outras. Achei a ideia do filme muito criativa.
Nota: 3,75


Yesterday
Queria muito ver esse filme porque gosto muito dos Beatles e achei a premissa, de um mundo em que todos esqueceram da banda exceto um homem, muito interessante. No entanto, achei o filme meio fraco. Acho que eu queria um foco maior nas consequências da não-existência dos Beatles e menor no relacionamento do protagonista com a amiga.
Nota: 3,0


P.S. Ainda amo você
Sequência de Para todos os garotos que já amei. Ele não tem uma história tão redondinha quanto a do primeiro filme, é basicamente a Lara Jean lidando com o fato de ser a namorada do Peter Kavinsky, ficando insegura e revendo um antigo amigo. O que me incomodou é que gostei bem mais do crush novo do que do Peter, então fiquei torcendo por ele mesmo sabendo que não ia rolar. É legal, mas nada de muito especial.
Nota: 3,0


Tigertail
Filme sobre a vida de um imigrante taiwanês que sonha em viver nos EUA, da infância à velhice. É um filme interessante, mas não muito marcante.
Nota: 3,0

Curtas


Love suicides
Filme sobre uma mãe, uma menina e o pai que se comunica por cartas e reclama do barulho feito pela filha. É baseado em um conto do Kawabata e fiquei curiosa por causa disso, mas no final achei um filme bem sem graça.
Nota: 2,75


The fall
Curta livremente baseado no conto “The Lottery” da Shirley Jackson. É o tipo de filme que acaba e você fica “espera, é só isso???”. É assustador, mas grande parte do motivo é porque os personagens usam máscaras feiosas. Esperava algo mais próximo do conto, fiquei meio decepcionada.
Nota: 2,5