quarta-feira, 19 de abril de 2017

Randomicidades do mês: março/2017

Mais uma vez atrasando o post de randomicidades do mês, yay! Sou uma blogueira muito dedicada. ;)

Março foi um mês mais ou menos em questão de leituras e coisas assistidas. Por outro lado, ele teve um montão de compras. Aproveitei umas promoções e comprei muito livro que estava há um tempão na lista de desejos e que vai ficar mais um tempão pegando pó antes de eu ler.

Livros lidos


O menino que desenhava monstros - Keith Donohue
Esse livro me decepcionou um pouco, mas eu não sei exatamente o motivo (isso que dá demorar para escrever as opiniões aqui). A premissa é interessante e eu gosto do tom de suspense, mas a história demora um pouco para engrenar e é meio repetitiva. A edição é bem bonita, pelo menos.
Nota: 2,75


A gruta gorgônea - Lemony Snicket
Continuando a releitura da série, agora chegando perto do final. Eu me lembrava relativamente bem dos acontecimentos desse volume, então não foi uma leitura tão interessante quanto a de alguns dos volumes anteriores. Por outro lado, esse livro tem muitos momentos de que eu gosto bastante.
Nota: 4



Vida, jogo e morte de Lul Mazrek - Ismail Kadaré
Nota: 3

 

O inocente - Harlan Coben
Esse é um romance policial bem envolvente, sobre um ex-presidiário que finalmente está com a vida voltando aos eixos quando recebe pelo celular uma estranha foto de sua mulher com outro homem e passa a ser suspeito de um crime. Não é nenhuma obra-prima, mas me surpreendeu bastante.
Nota: 3,75


A vegetariana - Han Kang
O livro é formado por três novelas que se relacionam. No centro delas há uma mulher que decide deixar de comer carne por causa de um sonho que teve e que passa a se comportar estranhamente. Gostei bastante do estilo da autora e de toda a estranheza do livro.
Nota: 3,75


Filomena Firmeza - Patrick Modiano
Comprei esse livro mais pelo ilustrador (Sempé, o mesmo de O pequeno Nicolau) do que pelo autor. Ele conta a história do relacionamento entre uma menina que adora balé e seu pai, um comerciante um pouco suspeito. É um livro simples e fofo. As ilustrações são uma graça, obviamente.
Nota: 4

Quadrinhos


Nijigahara Holograph - Inio Asano
Em uma narrativa fragmentada, o mangá mostra diversos personagens que conviveram durante certa época na escola cujas vidas se afastam e convergem. É confuso, é sombrio e é doloroso. Com esse mangá, o Inio Asano se solidificou como um dos meus autores de mangá preferidos (ok, na verdade isso não significa nada, porque eu leio muito pouco mangá, mas leiam Inio Asano, ok?).
Nota: 4,25


A gigantesca barba do mal - Stephen Collins
Em uma cidade em que tudo é certinho e padronizado, um homem enfrenta o crescimento desenfreado de sua barba. A barba cresce tão rápido que não adianta cortá-la, e ela passa a ser vista como uma ameaça pelas autoridades. Achei a história fascinante e o traço é uma graça. Comprei o livro às cegas e sinto que encontrei um pequeno tesouro. :)
Nota: 4,25

Animes


Kantoku Fuyuki Todoki
Esse é um anime curtinho baseado no mangá autobiográfico homônimo da Moyoco Anno. Ele narra o cotidiano do casal Anno em seu estilo de vida otaku. Me diverti bastante com as otakices do Hideaki Anno (criador de Evangelion) e fico imaginando o quanto daquilo é real, porque se a maioria for real... pobre Moyoco, hahaha.
Nota: 3,5

Filmes


Digimon Adventure tri. 4: Soushitsu
Eu estava com algumas expectativas para esse filme, porque ele marca o retorno dos digiescolhidos ao Digimundo, então achei que ele fugiria um pouco do estilo dos episódios anteriores e, quem sabe, seria um pouco melhor. Mas eu estava errada. Achei esse um dos episódios mais fracos e não estou conseguindo entender para onde a história vai levar. O clímax do filme foi bem idiota e algumas das batalhas não fizeram muito sentido. Além disso, qual é a do Gennai???
Nota: 2,5


Mãe só há uma
Filme da Anna Muylaert sobre um adolescente que descobre que foi roubado quando bebê e, contra sua vontade, vai morar com sua família biológica. Gostei bastante, embora eu tenha achado que o filme não é tão bem sucedido em discutir alguns dos temas que levanta.
Nota: 3,75


Mate-me por favor
Outro filme nacional sobre adolescentes. Neste caso, sobre uma menina vivendo em meio a uma onda de assassinatos misteriosos em seu bairro. No início com medo, ela vai ficando cada vez mais fascinada pelos assassinatos. O filme tem cenas bem interessantes, mas achei meio estranho.
Nota: 3

Aquisições

Entre compras atrasadas que só chegaram agora, cupons e promoções, eu e minha irmã acabamos comprando um monte de coisa.


Essa coleção é da minha irmã, que leu o primeiro volume faz tempo e decidiu comprar todos. Vejo muita gente falando bem dessa série e estou curiosa para ler.


Eu e minha irmã aproveitamos uma promoção da Saraiva no dia internacional da mulher e mais umas promoções da Amazon e compramos um monte de coisa. Esses foram os quadrinhos (embora o Kenshin Kaden não seja bem um quadrinho, mas tudo bem).


Essa é uma miscelânea de livros que eu queria faz um tempo, mas nunca ficavam baratos o suficiente para comprar. Agora comprei.


Aproveitamos uns cupons da Amazon para comprar livros da Intrínseca que tínhamos curiosidade de ler. Já o da Elena Ferrante foi comprado faz tempo e só chegou agora.

Foi isso. Daqui a pouco já está na hora de mais um post de randomicidades. Vamos ver o quanto ele vai atrasar dessa vez. ;)

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Patinação: Campeonato Mundial

Fonte: Instagram do Misha

Hora de comentar sobre essa competição cheia de emoções que, apesar das decepções, acabou de maneira bem positiva, pelo menos para mim e para alguns dos meus patinadores preferidos.

Feminino


Vamos começar pela parte que eu preferiria esquecer. No mundial de 2016, a categoria feminina foi provavelmente a com apresentações mais fortes e consistentes, já em 2017 as patinadoras não tiveram resultados tão satisfatórios assim. Os programas curtos ainda foram decentes, sem nenhum grande desastre, mas no programa livre as coisas começaram a degringolar. Apesar disso, as medalhistas tiveram boas performances, então parabéns para elas!

A vitória da Evgenia Medvedeva já era prevista, mas fiquei feliz em vê-la acompanhada pela Kaetlyn Osmond e pela Gabrielle Daleman, pois é sempre bom ver gente nova no pódio (e adorei ver a alegria da Daleman ao ver que tinha garantido uma medalha).

Fiquei bem triste pelo desastre da Anna Pogorilaya, que teve uma temporada forte e demonstrou confiança e consistência até chegar o programa livre e cair várias vezes. Foi o contrário da temporada anterior, em que ela foi inconsistente o ano inteiro para ser excelente no mundial.

Wakaba
Fonte: Eggplant

Também fiquei triste com as japonesas e a perda de uma vaga para a temporada que vem (elas tinham três vagas para as Olimpíadas e o mundial, mas agora terão apenas duas, longe de ser suficiente para todas as patinadoras talentosas do Japão). Com a lesão da Satoko Miyahara todos sabiam que a conquista das vagas seria mais difícil que o normal, mas mesmo assim fiquei chateada que não deu. O erro da Mai Mihara, que costuma ser muito consistente, no curto foi uma pena. Pelo menos ela conseguiu se redimir no programa livre e ficou em quinto no final, nada mal para seu primeiro mundial.

Agora o que me chateou mais foram as notas que a Wakaba Higuchi recebeu no programa curto. Ela apresentou um programa limpo, com bons saltos, boa interpretação e boa coreografia (ok, sou leiga, mas não sou a única que pensa assim, a Tatiana Tarasova concorda comigo!) e mesmo assim ficou em nono. Realmente não entendo por que a nota artística dela foi tão baixa e isso me deixa meio frustrada porque sou uma pessoa pessimista que acha que ela está condenada a receber notas baixas (sinto o mesmo no caso da Zijun Li, que é ainda mais brutal e bastante suspeito depois de todo o drama pré-mundial, com a federação chinesa mudando toda hora a lista de participantes da competição e as frases enigmáticas da Zijun nas redes sociais).

Preferidas no programa curto: Kaetlyn Osmond, Karen Chen, Wakaba Higuchi, Ivett Toth

Preferidas no programa longo: nenhuma se destacou o suficiente para ser citada aqui. :(

Pares


Pares sempre foi a categoria que menos me interessa, mesmo com a grande evolução técnica recentemente. No entanto, nessa temporada gostei de várias das coreografias e da variedade de programas que os patinadores mostraram e, desde o Campeonato Europeu, passei a acompanhar com mais interesse. As últimas competições foram especialmente boas, com bons desempenhos mesmo dos pares mais fracos.

Esse mundial foi particularmente especial pela vitória de Sui/Han, depois de duas pratas nos mundiais anteriores e um longo tempo fora do gelo devido à cirurgia da Sui. Os dois programas demonstram bastante maturidade além da excelência técnica. O programa curto é um dos meus preferidos da temporada. Quando soube que eles iam patinar ao som de Blues for Klook, torci o nariz porque essa música para mim é do Daisuke Takahashi, mas eles conseguiram dar vida própria ao programa e transformá-lo em algo especial.

Sui/Han
Fonte: Eggplant

Também fiquei contente com a conquista da prata por Savchenko/Massot. Adoro os dois programas deles e achei que o programa longo foi particularmente bem interpretado por eles nessa competição.

As surpresas da competição provavelmente foram o mal desempenho de Stolbova/Klimov no programa curto (felizmente eles conseguiram se recuperar um pouco no programa longo) e de Duhamel/Radford (mas ele estava lesionado, então isso talvez já fosse meio esperado).

Uma pena que James/Cipres não conseguiram repetir o desempenho do Campeonato Europeu. Adoro os programas deles e acho o relacionamento deles interessante, haha. Mal posso esperar para ver o que eles trarão para a temporada que vem!

Preferidos no programa curto: Sui/Han, Savchenko/Massot, Seguin/Bilodeau, Ryom/Kim

Preferidos no programa longo: Savchenko/Massot, Stolbova/Klimov

Dança


A dança é uma das minhas categorias preferidas. Mesmo quando eu não tenho favoritos, acabo me encantando com uma apresentação aqui e ali e torcendo por alguma dupla que até então eu não conhecia. Infelizmente, nessa temporada pouquíssimos programas me conquistaram e passei um bom tempo esperando o momento em que tudo finalmente faria sentido e que eu me apaixonaria pela performance de algumas das duplas de que gosto, como aconteceu no mundial do ano passado com Papadakis/Cizeron. Mas esse momento não veio.

Não sei se é porque a dança curta exigia ritmos mais animados (blues/hip-hop/swing) que muitas duplas optaram por programas longos mais suaves, o que gerou uma sequência de programas bonitos, mas sem graça, especialmente os do top 3. Amei o programa dos Shibs na temporada passada, achei o desta temporada genérico. Fiquei emocionada com o programa de Papadakis/Cizeron no mundial passado, mas o programa atual não me provoca nenhuma emoção. Até gosto do início do programa de Virtue/Moir, mas quando começa a parte cantada eu não consigo não resmungar internamente. Por outro lado, amo, amo, amo o programa curto de Virtue/Moir. Os passos iniciais e a primeira sequência de passos são super rápidos, precisos e cheios de energia.

Gilles / Poirier
Fonte: Eggplant

Por sorte, Gilles/Poirier existem, com toda sua esquisitice e criatividade. O programa curto deles é bem divertido e animado, bastante kitsch, mas eu gosto. E o longo, um tango, é ótimo. Depois do Skate Canada, em que eles derrotaram Capellini/Lanotte, achei que eles só evoluiriam e conseguiriam subir algumas posições durante a temporada, mas infelizmente não deu. Ainda assim, foram ótimas apresentações.

Confesso que não entendo nada sobre a parte técnica dessa categoria, então as pontuações imprevisíveis, principalmente no programa curto, me deixaram bastante confusa. Sei que na dança o que mais pesa é o nível de cada elemento, mas não tenho a capacidade de avaliar essas coisas, então só fiquei perdida ao ver os Shibs indo relativamente mal e Hubell/Donohue indo tão bem. Também fiquei surpresa com alguns erros atípicos de algumas das duplas principais. Ou seja, essa não foi uma competição tão empolgante de assistir.

Preferidos no programa curto: Virtue/Moir, Gilles/Poirier

Preferidos no programa longo: Gilles/Poirier, Smart/Diaz, Nazarova/Nikitin

Masculino


As pessoas sempre brincam que quando as mulheres vão mal, os homens vão bem e vice-versa, e foi isso o que aconteceu aqui.

No programa curto, boa parte dos patinadores dos dois últimos grupos teve seu melhor desempenho de toda a temporada e foi muito empolgante acompanhar programa limpo após programa limpo. Fiquei feliz por ver o Denis Ten com uma boa performance, mesmo que o programa seja horrível e estranho (o que é aquele Quebra-nozes no meio da música?), me surpreendi como sempre com a qualidade dos saltos do Boyang e fiquei um pouco preocupada com o erro do Yuzuru, mas ele errou com estilo, haha, e no final isso talvez tenha sido bom psicologicamente para ele.

O top 3 patinou excelentemente e ultrapassou os 100 pontos. Acho que já comentei aqui várias vezes que odiava o Patrick, mas agora gosto dele. Adoro a leveza e a fluidez dele, e foi bom ver que um programa tecnicamente não tão difícil ainda pode atingir grandes pontuações. O Shoma é o meu favorito e fiquei morrendo de nervosismo por ele, mas no final eu não precisava ter ficado tão nervosa, porque ele foi excelente e fez sua melhor pontuação. E o Javi, bem, não gosto muito dele, mas ele fez uma apresentação magnífica e os saltos dele são muito bons quando ele acerta. Ainda acho a nota artística dele meio inflada comparada à do Patrick, mas tudo bem.

Shoma
Fonte: Eggplant

O programa longo não foi tão limpo no geral, mas teve apresentações marcantes e rendeu o meu pódio favorito da temporada. Infelizmente dormi demais e perdi a primeira metade dos patinadores, então não tenho muito a comentar sobre os primeiros grupos além de: Misha, vou sentir sua falta se você realmente se aposentar.

Quanto aos três medalhistas, Yuzuru bateu o próprio recorde, finalmente conquistou um novo título mundial e derrotou seu inimigo: a combinação do quádruplo salchow. O programa dele não é o meu favorito, por mais que eu tenha me apegado à música (acho que prefiro o Yuzuru com programas mais épicos/dramáticos, porque quando ele patina músicas mais delicadas eu não sinto tanto a interpretação dele), mas é inegável que quando ele patina bem ele é o melhor.

O Shoma conseguiu sua melhor pontuação e terminou em segundo com apenas dois pontos atrás do Yuzuru. Não foi uma apresentação perfeita, mas ele acertou o quádruplo loop, que ele costuma errar, conseguiu fazer todos os combos, escolheu a roupa certa e manteve a intensidade de costume. Sou uma fã que não confia muito nos meus favoritos, então que bom que ele mostrou que eu estava errada e teve sua melhor apresentação até o momento, nos dois programas. E ele terminou o mundial com um sorriso!

Já o Boyang não tem um estilo que me agrada tanto, mas ele é tão divertido fora do gelo que fico muito feliz com a medalha dele. Só fico chateada que ele disse que vai manter os dois programas na temporada que vem. Os programas funcionam bem e combinam com a personalidade dele, mas não têm nada de muito especial para eu querer ver eles de novo (não gosto quando repetem programas).

Casamento no mundial. Que lindo!

Esse pódio foi quase o meu pódio dos sonhos e me deixou animada pelos dias seguintes, me fazendo ignorar as coisas ruins que também aconteceram no mundial. Para melhorar, esse mundial ainda gerou uma enorme quantidade de fotos, entrevistas e momentos divertidíssimos para nós, fãs. Quando você acha que agora vai ter tempo para fazer outras coisas agora que o mundial acabou, surge uma nova entrevista que você precisa assistir, mesmo sendo em japonês, língua que você não fala.

Meus momentos favoritos foram a entrevista com perguntas das fãs na cerimônia de premiação da medalha pequena (ok, esse termo ficou estranho em português), que teve momentos hilários e muito fofos (Misha intérprete! Shoma gosta de anime! Yuzuru não foi convidado para jogar videogame com Shoma e Keiji!) e essa foto do Yuzuru e do Shoma comendo ajoelhados na cozinha (?). Esse mundial gerou momentos de interação entre Yuzuru e Shoma suficientes para eu ficar lembrando de uma coisa aqui e outra lá e ficar rindo sozinha. Adoro esses dois! Sim, sou muito fangirl, hahaha.

Preferidos no programa curto: Shoma Uno, Patrick Chan, Mikhail Kolyada

Preferidos no programa longo: Shoma Uno, Yuzuru Hanyu, Misha Ge

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Concluindo, foi um mundial cheio de altos e baixos, mas para mim os altos superaram os baixos. A próxima temporada é a olímpica, o que significa que haverá muito mais tensão, muito mais gente vai prestar atenção no esporte, mesmo que por apenas uma semana, e que teremos muitos programas com músicas batidas (e La La Land). Mal posso esperar.

Notas adicionais: minha irmã passou a se interessar mais por patinação e chegou até ao ponto de acordar cedo para assistir às competições e ver longos vídeos com entrevistas que não entendemos. Obrigada por me acompanhar nessa jornada!

#cansados
Fonte: Instagram do Misha

sexta-feira, 24 de março de 2017

Patinação: prévia do mundial


Falta menos de uma semana para o mundial e eu estou em um misto de empolgação e apreensão. Nesta temporada o mundial tem o peso adicional de definir o número de vagas por país para as olimpíadas de 2018, então, além de ficar preocupada com o desempenho dos meus patinadores preferidos, ainda vou ficar sofrendo para ver quantas vagas cada país vai conquistar.

O mundial será em Helsinki, Finlândia, e vai do dia 29 de março a 2 de abril. Os horários infelizmente não são dos mais favoráveis para o Brasil, principalmente se você costuma acordar tarde, mas vou tentar assistir tudo. 

 

A categoria pela qual estou mais ansiosa é a masculina, não só porque gosto de vários dos atletas, mas também porque nessa temporada as coisas estão bastante empolgantes, com um grande avanço técnico e muitos patinadores diferentes com possibilidade de alcançar o pódio. A competição tem grandes chances de ser épica, com performances memoráveis, mas tem chances igualmente grandes de ser um fiasco cheio de quedas e erros.

Minha previsão de pódio:

1. Yuzuru Hanyu. Se ele patinar programas minimamente limpos, acho que ele ganha, pois é o patinador mais completo atualmente.
2. Nathan Chen. Ele tem mostrado boa consistência nas últimas competições.
3. Shoma Uno. Tem bom potencial, mas às vezes sucumbe à pressão (para minha tristeza).

(basicamente, um repeteco do pódio do Grand Prix Final)
(não me surpreenderia nada ver um pódio bem diferente desse, no entanto)

Meu pódio dos sonhos:

1. Yuzuru Hanyu. Não é meu patinador preferido, mas depois de perder o título em dois mundiais em que ele era tido como favorito, acho que ele merece vencer dessa vez. E quero uma boa performance do programa livre!
2. Shoma Uno. Meu favorito. Quero muito que ele patine bem e fique satisfeito com seu desempenho, diferente do mundial do ano passado.
3. Sonho possível: Patrick Chan. Eu costumava odiá-lo, mas hoje gosto muito do estilo dele. Sonho impossível: Misha Ge. Ele anda comentando nas redes sociais que há chances de que esta seja sua última temporada e eu gostaria que ele terminasse a carreira em alta.

Meu outro desejo é que o Japão mantenha as três vagas para as Olimpíadas, o que é algo bem possível de acontecer desde que não haja nenhum desastre.


A categoria feminina é um pouco mais previsível, pelo menos na primeira posição: todos sabemos que a Evgenia tem grandes chances de vencer o mundial pela segunda vez. O segundo e o terceiro lugares são menos previsíveis, mas imagino que a Anna Pogorilaya, a Carolina Kostner, a Kaetlyn Osmond, a Ashley Wagner ou talvez uma das japonesas possa conseguir uma medalha. Ou seja, não sei de nada, hahaha. Confesso que perdi um pouco de entusiasmo quando a Satoko se lesionou e quando fiquei sabendo de toda a treta da Zijun.

Minha previsão de pódio:

1. Evgenia Medvedeva
2. Anna Pogorilaya
3. Carolina Kostner

Meu pódio dos sonhos:

1. Wakaba Higuchi. Gosto bastante dos programas dela nessa temporada.
2. Anna Pogorilaya
3. Carolina Kostner

Também desejo que a Isadora Williams tenha um ótimo resultado e que consiga se classificar para o programa livre!

Quanto às vagas, espero que a Japão mantenha três vagas, mas acho difícil sem a Satoko. A Rússia quase com certeza consegue manter as vagas, enquanto os EUA podem ter problemas. Seria legal se as canadenses forem bem o suficiente para conquistar três vagas.


Não costumo acompanhar tanto os pares, mas nesta temporada gostei de vários programas, então estou bastante empolgada para a competição. Infelizmente umas das minhas duplas preferidas, Peng/Jin, não conseguiu se classificar porque a China só tem duas vagas, mas tirando isso, estou animada e espero ver grandes apresentações!

Minha previsão de pódio:

1. Sui / Han. Já está mais do que na hora de eles ganharem!
2. Tarasova / Morozov. Não é o par mais empolgante do mundo, mas eles estão bem consistentes nessa temporada.
3. Savchenko / Massot

Meu pódio dos sonhos:

1. Sui / Han
2. Savchenko / Massot
3. Stolbova / Klimov ou James / Cipres. Gosto muito do programa livre de S/K e dos dois de J/C, quero que eles deem o melhor de si.


E, finalmente, a dança é uma das minhas categorias preferidas, mas costuma ser um tanto previsível em questão de competição. Nesta temporada, achei vários programas livres meio semelhantes, com um estilo mais lírico, com música de piano sem muita variação, e poucos programas me conquistaram. Ainda estou na expectativa de ter a experiência transcendental (?) que performances incríveis de dança podem provocar.

Minha previsão de pódio:

1. Virtue / Moir. Ganharam tudo nesta temporada, têm tudo para ganhar aqui também.
2. Papadakis / Cizeron. Às vezes têm problemas no programa curto e isso pode abrir uma brecha para outras duplas.
3. Shibutani / Shibutani. São muito fortes tecnicamente.

Meu pódio dos sonhos:

1. Virtue / Moir. Adoro o programa curto deles!
2. Gilles / Poirier. Gosto muito dos dois programas deles e adoro o fato de eles sempre pensarem meio fora da caixa.
3. Papadakis / Cizeron

É isso. Mal posso esperar para a competição começar e espero não me decepcionar muito com os resultados (mas sei que vou acabar chateada com algum coisa. É a vida...).

quarta-feira, 15 de março de 2017

Livro: Vida, jogo e morte de Lul Mazrek

Título: Vida, jogo e morte de Lul Mazrek
Título original: Eta, loja dhe vdekja e Lul Mazrekut
Autor: Ismail Kadaré
Tradutor: Bernardo Joffily
Editora: Companhia das Letras

Na Albânia comunista, o governo se preocupa com as deserções rumo aos países vizinhos devido à ditadura e reforça a segurança nas fronteiras. Devido a isso, Lul Mazrek, um aspirante a ator, é convocado para o serviço militar e enviado a Saranda, um balneário que faz fronteira com a Grécia, para ajudar a evitar as fugas pelo mar. Lá, ele conhece Violtsa Morina, uma jovem a serviço do Estado, responsável por seduzir homens e identificar possíveis traidores. E, claro, ele se apaixona e ela também, mas esse é um relacionamento complicado que tem tudo para dar errado.

Gosto muito do Ismail Kadaré desde que li Abril despedaçado e a partir de então li vários livros dele, mas nenhum chegou no nível do primeiro. Ainda estou em busca de um livro que me impacte da mesma forma.

Vida, jogo e morte de Lul Mazrek mostra a realidade do país durante o regime comunista, mas sem ficar sério demais, quebrando a tensão com algum humor e o relacionamento amoroso dos personagens. É um livro agradável de ler, porém gostei menos do que esperava. Não foi uma leitura muito marcante (como quase todas as minhas últimas leituras) e, assim, não tenho muito o que falar sobre ela, infelizmente.

Lido para o desafio Livrada! (categoria: livro resenhado pelo Livrada! A resenha do Yuri está aqui) e para meu desafio Volta ao mundo em 80 livros, representando a Albânia.

sábado, 4 de março de 2017

Randomicidades do mês: fevereiro / 2017

Fevereiro foi um mês meio caótico no início por motivos de trabalho e meio caótico no final por motivos de fiquei ainda mais viciada em patinação no gelo, hahahaha. Por isso, sinto que tive um pouco de dificuldade em mergulhar nas leituras como gostaria e não assisti muita coisa.

Livros lidos


É assim que você a perde - Junot Díaz
Tenho esse livro há um bom tempo e só agora li, o que não faz muito sentido considerando que adoro o outro livro do autor, A fantástica vida breve de Oscar Wao. O livro reúne contos sobre o personagem Yunior e seus relacionamentos amorosos fadados ao fracasso. É uma leitura interessante, embora eu tenha me interessado mais com a vivência de imigrante dos personagens do que com os relacionamentos em si, mas infelizmente não tem a força de Oscar Wao.
Nota: 3,5


O escorregador de gelo - Lemony Snicket
Continuando com a releitura da série dos irmãos Baudelaire. Esse volume apresenta várias revelações sobre CSC, o que é sempre bom, e introduz novos personagens, mas o que realmente importa é o reaparecimento de Carmelita Spats, minha personagem insuportável preferida!
Nota: 3,5


Hyperbole and a Half - Allie Brosh
O livro reúne algumas das histórias do site homônimo, famoso pelas narrativas hilárias com ilustrações igualmente hilárias. Eu já tinha lido algumas das histórias no site faz tempo, mas acho que a maioria das do livro foram inéditas para mim. Não gostei tanto quanto esperava das histórias selecionadas, inclusive achei duas ou três bem chatinhas, mas as sobre os cachorros da autora e a do ganso violento são ótimas!
Nota: 3


A garota que você deixou para trás - Jojo Moyes
O romance mistura a história de uma mulher em uma cidadezinha durante a ocupação alemã da França durante a Primeira Guerra com uma história no presente sobre uma viúva e um retrato em disputa. Confesso que achei a parte do passado bem mais interessante do que a do presente, que apresenta personagens sem graça e uma história previsível.
Nota: 3


A última névoa / A amortalhada - María Luisa Bombal
Duas novelas dessa escritora chilena de quem nunca tinha ouvido falar. Na primeira, uma mulher se casa com um homem que não a ama e tenta achar algo que dê sentido à sua vida. Na segunda, uma mulher morta observa as pessoas em seu velório e mergulha em reminiscências. O estilo da autora é bastante poético.
Nota: 3


História do novo sobrenome - Elena Ferrante
Segundo volume da série Napolitana. Muita gente gosta mais desse do que de A amiga genial, mas eu preferi o primeiro, talvez porque tenha mais interesse na infância e na adolescência do que na vida adulta, talvez porque esse volume me pareceu menos variado em questão de conflitos e porque as duas protagonistas passam boa parte do tempo separadas, sendo que gosto mais quando as duas interagem.
Nota: 4

Quadrinhos


Fim de verão - Mohiro Kitoh
Coletânea de histórias curtas publicadas entre 1987 e 2001. O traço é bem feinho em várias das histórias, com personagens testudos e com pernas compriiiidas, mas gostei bastante da maioria dos contos. Eles são bastante variados e reflexivos.
Nota: 3,75

Séries / animes


Desventuras em série
Não sei se foi porque reli os livros recentemente, mas achei alguns episódios da série meio arrastados. Tirando isso, gostei bastante, achei o visual muito bom, gostei de como eles incorporaram o narrador e adorei que eles anteciparam os mistérios da CSC, que no livro só começam a aparecer lá pelo quinto volume e aqui estão presentes desde o começo.
Nota: 3,75


Terrace House - Aloha State (1ª parte)
Dessa vez a temporada se passa no Havaí e, por enquanto, apenas oito episódios foram liberados pela Netflix. Não aconteceu muita coisa, mas já posso dizer que gosto da Lauren e acho dois dos caras bem dispensáveis.
Não vou dar nota porque não tem muito o que avaliar aqui.


Bernard-jou Iwaku
Anime curtinho sobre um grupo de amigos que gosta de ler. Entre conversas sobre literatura e indicações de livros, eles falam de coisas como livros x filmes, como fazer parecer que você leu um livro que não leu, frases de abertura, manias de leitura, etc. Achei que ficaria boiando porque a maioria dos livros citados seria japonês, mas fiquei boiando porque a maioria dos livros era de ficção científica, haha. É divertidinho, mas os personagens falam rápido demais e a protagonista é um tanto irritante.
Nota: 3

Comecei a ver: NieA Under 7, Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu: Sukeroku Futatabi-hen 

Filmes


Chameko no Ichinichi
Curta de 1931 sobre o cotidiano de uma menina. Assisti porque ele apareceu nas recomendações aleatórias de um site e pensei "nunca vi nenhum anime tão antigo assim, vamos dar uma chance!" (além disso, na imagem do site aparecia uma cena com umas cabeças cortadas e isso me deixou intrigada). Infelizmente, o filme tem muita cantoria em uma vozinha irritante e não é nada além da menina cantando sobre seu dia-a-dia. Acho que só vale a pena dar uma olhada pelo valor histórico mesmo.
Nota: 2,5


Minha vida de abobrinha
Queria fazer como no ano passado e assistir a todas as animações indicadas ao Oscar para comentar aqui no blog, mas não deu. Então vi só as que me chamaram mais a atenção (ainda quero ver Kubo). Esse filme é sobre um menino que perde a mãe de maneira trágica e vai viver em um orfanato com outras crianças de passado triste. É um filme agridoce com vários momentos fofos para acalentar o coração, mas aí você lembra das coisas que aconteceram com as crianças e fica com o coração partido.
Nota: 4,25


A tartaruga vermelha
Filme sem falas sobre um náufrago que vai parar em uma ilha deserta e, após tentar fugir diversas vezes, encontra uma misteriosa tartaruga vermelha. É um filme bem bonito (e eu adorei os sirizinhos).
Nota: 3,5

Aquisições


Comprei os mangás Nijigahara Holograph e O homem que foge que eu queria faz tempo e fiz uma compra compartilhada com a minha irmã do Entre umas e outras. O resto é da minha irmã.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Livro: O portal

Título: O portal
Título original: Mon
Autor: Natsume Soseki
Tradutor: Fernando Garcia
Editora: Estação Liberdade

Publicado originalmente em 1910, O portal é o terceiro livro da trilogia informal de Soseki, formada também por E depois e Sanshiro, em que o autor discute as mudanças pelas quais o Japão passou entre os séculos XIX e XX. Nesse romance, ele narra sobre um casal que leva uma vida tranquila e tem um relacionamento aparentemente bem resolvido, mas que devido a um acontecimento no passado, parece apartado do mundo externo. 

O que me chamou a atenção nesse livro é como o autor escreve sobre as miudezas do cotidiano, como domingos preguiçosos, tarefas domésticas, preocupações com dinheiro e visitas ao vizinho mais rico. Os personagens têm uma vida em que quase nada acontece e na maior parte do tempo há pouquíssima tensão, mas mesmo assim eu me vi completamente envolvida pelo cotidiano simples dos personagens e pela personalidade pouco assertiva deles.

Mais para o final do livro há uma mudança: o conflito do protagonista se intensifica, o que o leva a uma viagem para um templo. Talvez por eu ter ficado tão envolvida com o cotidiano simples e a dinâmica entre o casal, talvez por eu não ser uma pessoa muito interessada em coisas espirituais, só sei que achei essa parte bem chata e fiquei bastante decepcionada, porque até então eu estava adorando a leitura. Uma pena.

Lido para o Desafio Livrada! (um livro japonês).

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Randomicidades do mês: janeiro / 2017

Mais da metade de fevereiro se passou e só agora consegui escrever este post. Janeiro foi um mês produtivo no início, com aquela energia e motivação para se dedicar ao entretenimento que só os meses iniciais do ano possibilitam, mas depois tive que trabalhar e perdi o ânimo. Apesar disso, o ritmo de leitura não foi muito alterado e conseguir ler bastante coisa.

Livros lidos


Just Kids - Patti Smith
Vi um monte de gente falando bem desse livros de memórias da Patti Smith sobre seu relacionamento com o artista Robert Maplethorpe e decidi dar uma chance, mesmo não conhecendo nada do trabalho de nenhum do dois. O livro tem trechos interessantes e deve agradar quem tem algum interesse na cena artística da época. Eu sinceramente achei um pouquinho enfadonho.
Nota: 2,75


A garota no trem - Paula Hawkins
Essa foi uma leitura bastante rápida que correspondeu às minhas expectativas. É um thiller envolvente, com uma narradora alcólatra nada confiável e com algumas supresas aqui e ali. No geral, não é um livro incrivelmente marcante, mas é um bom entretenimento.
Nota: 3,75


A cidade sinistra dos corvos; O hospital hostil; O espetáculo carnívoro - Lemony Snicket
Continuo acompanhando as desventuras dos Baudelaire, que se tornam cada vez mais sofridas e misteriosas (e bizarras). É um pouco estranho reler uma série da qual eu não me lembro tão bem assim, porque de vez em quando esqueço de algumas coisas e fico toda empolgada me questionando sobre os mistérios e só então lembro do que aconteceu.
Nota: 4


A amiga genial - Elena Ferrante
Nota: 5


Histórias de horror - Vários autores
Estou com esse livro na estante há um tempão. É uma coletânea distribuída gratuitamente com o intuito de disseminar o gosto pela leitura e, teoricamente, depois de ler devemos passar o livro para a frente. Isso me deixa meio culpada, porque demorei tanto para finalmente ler que agora acho que o projeto já nem existe mais. De qualquer forma, os contos do livro foram retirados daquela coletânea da Companhia das Letras de capa listrada e são de autores clássicos, como Conrad, Poe e Stevenson. Não amei nenhum, mas nenhum desagradou. Curiosamente, o conto que achei mais interessante foi o do Conrad, sobre um barco maligno. Barcos são assustadores.
Nota: 3


Universo desconstruído - Vários autores
Outra coletânea de contos, dessa vez de histórias de ficção científica com viés feminista. A ideia é boa, muitos contos têm premissas interessantes, mas infelizmente pouquíssimos me agradaram (e alguns foram muito chatos). O destaque foi "Projeto Áquila" da Gabriela Ventura, história muito instigante, bem construída e bem escrita.
Nota: 2


O portal - Natsume Soseki
Acho que vou resenhar esse aqui, nem que seja uma micro-resenha, então falarei dele no futuro.
Nota: 4


A escola do bem e do mal - Soman Chainani
Acho difícil falar desse livro sem comparar com Ever After High porque a premissa deles é bem semelhante, com a escola para personagens de contos de fadas, e mesmo as protagonistas lembram um pouco a Raven e a Apple (ou foi meu cérebro que decidiu imaginá-las assim). No entanto, o livro tem muitas ceninhas de ação que achei chatas, os personagens são meio trouxas e eu esperava que ele abalasse os pilares do bem e do mal, mas no final ele meio que se reduziu a uma mensagem conformista. Claro, é o primeiro volume, coisas interessantes podem acontecer no futuro, mas não vou saber se acontecem ou não, pois não me animei com a série o suficiente para continuar lendo.
Nota: 3

Quadrinhos


Mate minha mãe - Jules Feiffer
Amo o Jules Feiffer e a arte dele nesse livro é sensacional. Tem umas páginas que dá vontade de enquadrar na parede. Porém, a história em si não é tão boa quanto eu gostaria e é um tanto confusa, em parte porque muitas das personagens femininas são parecidas entre si e também porque são muitas tramas acontecendo ao mesmo tempo em um livro relativamente curto.
Nota: 3,5

Comecei a ler: Fullmetal Alchemist (Hiromu Arakawa)

Animes / séries


Hibike! Euphonium 2
Segunda temporada desse anime incrivelmente bem produzido sobre personagens que fazem parte da banda escolar. Apesar de a série continuar boa como antes, eu estar mais apegada aos personagens e nessa temporada eles finalmente mostrarem uma apresentação musical bem feita e sem interrupções, que era o que eu esperava de um anime sobre música, de resto eu achei que houve foco demais em draminhas sem muita importância e em personagens secundários. O anime ficou com um ar meio desconjuntado. E o ship já era. :(
Nota: 3,75


Gakuen Handsome
Anime curtinho com a arte mais maravilhosa da história da animação! Sério, esses queixos pontudos são lindos demais! O anime, baseado em um jogo, é sobre um garoto normal que conhece um monte de caras bonitões na escola. É uma paródia de obras yaoi e é bem zoado. Vi muita gente dizendo que não achou engraçado, mas até que eu achei, pelo menos em alguns episódios.
Nota: 3

Comecei: Desventuras em série, Bernard-jou Iwaku

Filmes


O convite
Vi algum blog falando desse filme e fui assistir meio de impulso, coisa rara para mim. É um filme bastante curioso sobre um grupo de amigos que não se via há muito tempo e se reúne para um jantar. Os anfitriões têm algumas atitudes estranhas, mas apenas o protagonista parece se incomodar.
Nota: 3,5


Hibike! Euphonium - O filme
É basicamente um recap da primeira temporada. E um recap preguiçoso, porque não teve quase nada de cenas adicionais. É bom para quem não lembra tão bem do anime e pretende assistir a segunda temporada, como eu, mas não serve para muito além disso.
Nota: 3


Babadook
Não sou de assistir filmes de terror porque tenho medo de ter medo, mas tanta gente falou bem dele que resolvi ver com os meus próprios olhos. Gostei da abordagem mais psicológica do filme, não gostei muito das cenas em que a criatura aparece porque achei meio trash e, no final, não fiquei com medo. Não sei se isso é bom ou não.
Nota: 3,5


Um cadáver para sobreviver
História sobre um cara solitário que encontra um cadáver peidorento multiuso. É um filme estranho, engraçado e triste ao mesmo tempo.
Nota: 3,5


Anima Buenos Aires
O filme reúne quatro curtas de animação argentinos de estilos bem variados. O primeiro é talvez o mais interessante, sobre um açougueiro que enfrenta a concorrência de um novo supermercado. Achei os outros um pouco arrastados, mas talvez seja só porque estou mais acostumada a curtas bem curtos.
Nota: 3

Aquisições

Eu não comprei nada, mas minha irmã comprou dois livros (inclusive mais um dos Moomins *-*) e pegou o mangá em uma troca.


Foi isso. Daqui a não tanto tempo assim já está na hora das randomicidades de fevereiro. :P