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sábado, 8 de novembro de 2014

Listas rápidas: autores na geladeira

Vi no blog .Livro essa ideia de criar listas a partir de um determinado tema e achei bem legal (adoro listas ;D). Até então os temas não tinham sido muito do meu interesse, mas esse último, de autores na geladeira, me fez ficar pensando, então decidi postar a lista aqui.

Segundo o autor do blog, autores na geladeira seriam aqueles que você tem muita vontade de conhecer, mas que por algum motivo ainda não leu, ou aqueles de quem você já leu algo, amou e ficou louco de vontade de ler mais, mas não leu.

Os meus são:

- Stephen King: faz um tempão que quero ler. Planejava ler em algum dos Desafios Literários, mas não consegui pegar na biblioteca na época. Recentemente comprei um livro dele, Love, e veremos quanto tempo ficarei adiando a leitura.

- Chuck Palahniuk: todo mundo fala bem e morro de vontade de ler. Tem alguns livros dele na biblioteca. Por que eu não pego? Sei lá, acho que quero começar com o Clube da Luta.

- Nadine Gordimer: li altas resenhas elogiosas, já sei de pelo menos dois livros dela que quero ler, tem um na biblioteca e... ainda não li. ._.

- John Green: às vezes me sinto meio por fora, porque todo mundo já leu John Green, menos eu. (Mentira, li o conto dele no Let It Snow, bem ruinzinho, haha)

- Will Self: comprei O livro de Dave faz um bom tempo e ele está esquecido no meu armário, o limbo dos livros.

- Jonathan Franzen: meu pai tem Liberdade, leu e sempre me pergunta se eu já li. Não, ainda não li.

- Sharon Creech: autora de Andar duas luas, um dos meus livros preferidos de todos os tempos. Imagino que ela não tenha mais coisas publicadas no Brasil, mas acho que tenho alguns e-books dela baixados aqui. E eu li? Não.

- John Updike: li um livro de contos, gostei muito (um dos contos inclusive ~mudou a minha vida~, se é que podemos falar assim) e pensei que ele seria o primeiro de muitos. Peguei o Witches of Eastwick emprestado e ele está lá, esperando até hoje.

- Henry James: nunca li, mas tenho dois livros aqui na estante.

- Aravind Adiga: adorei O tigre branco e tenho o Entre assassinatos. Várias vezes, ao pensar qual será minha próxima leitura, cogito seriamente escolher o Entre Assassinatos, mas sempre acabo mudando de ideia. ._.

É isso. Façam suas listas também!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Top 10 - Livros da infância

Inspirada por esse meme, decidi fazer alguns top 10 relacionados a livros e ir postando quando der vontade.

O primeiro é...

Livros da infância (depois pretendo fazer um de livros infanto-juvenis favoritos, porque tem muito livro desse tipo que se tornou meu queridinho só na adolescência. Neste Top 10, vou incluir só livros que marcaram minha infância)


1- Sítio do Pica-Pau Amarelo - Monteiro Lobato
Imagino que esses sejam os livros que formaram muitos dos pequenos leitores brasileiros. Tenho muitas lembranças positivas dos livros: da minha avó lendo para mim, da primeira vez em que li Reinações de Narizinho sozinha, de colorir os desenhos (pois é, minhas edições estão todas rabiscadas), das várias releituras... Meus livros favoritos são: Reinações de Narizinho, Caçadas de Pedrinho, A Reforma da Natureza, A Chave do Tamanho, Histórias da Tia Nastácia e O picapau Amarelo.
A série só tem dois problemas:
1- alguns dos livros são chatos. Nunca gostei daqueles sobre história, geografia, ciência, matemática...
2- Não gosto da Emília. Ela vive maltratando o Visconde, que é meu personagem preferido e que, coitado, é tratado como se fosse descartável e substituível.


2- Matilda - Roald Dahl
Foi o primeiro livro "grande" que eu reli trocentas vezes, até emprestá-lo e perdê-lo para sempre. O Roald Dahl é um conhecido meu desde o pré e topei várias vezes com os livros dele na escola, seja nas leituras obrigatórias ou nas rodas de biblioteca. Já gostava dele então, mas foi só quando eu cresci um pouco que comecei a ir atrás das obras dele, lendo tudo o que eu encontrasse.
Matilda é meu preferido entre os livros dele, talvez por rolar uma identificação com a menina leitora.


3- A Casa Sonolenta - Audrey Wood
Ótimo livro com ótimas ilustrações. A autora também escreveu O Rei Bigodeira e sua Banheira e A Bruxa Salomé, ou seja, é coisa boa!


4- Contos da Rua Brocá - Pierre Gripari
Outro livro que a escola adotou e que fazia a nossa felicidade. As histórias desse livro são hilárias e muito criativas. Até hoje eu e minha irmã fazemos nossa piadinha da casa de cinco francos com sala, quarto, banheiro, cozinha e armário de limpeza.
Bruxa vagabunda, cuide bem da sua...


5- Coleção Lagarta Pintada - vários autores
Essa coleção da Ática reunia ótimos livros de autores variados, mas a escolhi como quinta posição especialmente graças ao excelente A maior boca do mundo, da Lúcia Pimentel Góes, com ilustrações da Cláudia Scatamacchia (não gosto muito dela porque muitas das edições dos livros do Roald Dahl da Martins Fontes são ilustradas por ela e os desenhos são feios em comparação com os originais do Quentin Blake). Lembro-me muito bem da história desse livro e muito pouco de todos os outros, o que significa que esse livro marcou, certo?


6- Menino Maluquinho - Ziraldo
Acho que todo mundo já leu esse livro, né? Eu o reli faz pouco tempo e ele é tão leve, divertido e delicioso.


7- Coleção Gato e Rato - Mary França e Eliardo França
Não me lembro bem de nenhuma das histórias, mas lembro que eu e meus primos tinhamos um monte de livros dessa coleção, a maioria com autógrafo e um desenhinho feito especialmente para nós (provavelmente porque minha avó trabalhava na Ática). Pura nostalgia.
E como é difícil ficar lembrando de cada título, autor e coleção, aproveito para acrescentar nessa posição a coleção dos Pingos, dos mesmos autores.


8- O Pequeno Vampiro - Angela Sommer-Bodenburg
Essa série era um hit na minha escola. Embora eu só tenha dois dos volumes (sendo que um eu só tenho porque a minha irmã rabiscou o de um colega...), acho que li praticamente tudo graças às rodas de biblioteca da escola e, mais tarde, à minha mãe, que sempre pegava livros para mim na biblioteca Álvaro Guerra.


9- Coleção Cachorrinho Samba - Maria José Dupré
Eu adorava as aventuras do cachorrinho e de seus amigos humanos. Mas acho engraçado que a coleção se chame Cachorrinho Samba sendo que em alguns livros, como A Montanha Encantada, o Samba não é lá muito importante.


10 - O Chamado Selvagem - Jack London
Quando eu era pequena eu só queria saber de assistir filmes de bicho. Então eu via um monte de filmes de cachorro inteligente, de gorilas adotados por humanos, de crianças lutando para salvar um filhote de panda etc. E eu amava os filmes Caninos Brancos e toda essa coisa de Alasca, trenós, lobos e cães. Meu pai me deu uma edição caprichada da Melhoramentos, se não me engano, de O Chamado Selvagem e ele virou meu xodó.

Menção honrosa: são tantos livros que me marcaram, eu fui vendo os livros no Skoob e a cada página eu me surpreendia ao encontrar mais um...
Não posso deixar de citar:
- todos os livros fininhos ilustrados da Ruth Rocha (tipo Borba, o Gato)(na verdade, parece que a maioria dos meus livrinhos ilustrados era da Ática, independentemente do autor. Não sei quanto disso se deve à minha avó ou se isso é devido aos livros da Ática serem melhores)
- a coleção infanto-juvenil da Editora 34 (tinha Chocolóvski, O jardim Secreto, O Diário de Suzie, além de alguns livros do Roald Dahl)
- a coleção Salve-se Quem Puder (era tão legal resolver os problemas)
- Pollyana. Não me lembro nada da história além da coisa de pensar positivo, mas acho que o livro teve impacto em mim em certa fase da vida.
- O Pequeno Nicolau. Adorável! Lembro de ler As Férias do Pequeno Nicolau com meus pais.
- Bruxa Onilda (apesar de eu nunca conseguir mover os cantos das páginas rápido o suficiente para formar o movimento).
- Laurinha vai à praia, de Jane Carruth. Um dos meus primeiros livros. É sobre uma menina-ouriço que tem medo do mar.
- O que é, o que é?, de Denise Caccse e Eva Furnari. Eu lia durante o recreio.
- Frida e a hora do jantar, de Anna M. Dale Duche e Cindy Szekeres. Outro de meus primeiros livros. É sobre uma gatinha que quer comer biscoitos, mas seus pais só deixam ela comer se antes comer o macarrão (ou algo assim).
- O mago maluco, A fada afobada, Zito Sapeca etc. Foi com esses livros que eu aprendi a ler!
- Coleção infanto-juvenil da Martins Fontes. Li grande parte dela quando pequena (ou quando era um pouquinho maior). Matilda e Contos da Rua Brocá fazem parte dela, assim como alguns livros do Michael Ende. É da mais alta qualidade!

É isso ;)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Rurouni Kenshin


Eu tinha prometido para a minha irmã que escreveria um post no estilo daquele meme em que as pessoas fazem um vídeo apresentando toda a sua estante de livros, só que no meu caso seria em forma de texto mesmo, porque não saberia filmar e não tenho paciência para assistir a vídeos longos que não sejam música/filme/anime. Mas mudei de ideia e irei escrever sobre Rurouni Kenshin/Samurai X. Não sei se minha irmã ficará brava comigo, mas espero que ela entenda que esse post de RK está na fila há mais tempo e que depois de ler Precisamos falar sobre o Kevin estou com medo de falar de livros (?). Quem sabe no fim de semana eu magicamente ganhe ânimo para escrever o post de livros.

Já faz um tempo que eu venho querendo variar os assuntos do blog. É verdade, ninguém o lê, mas de vez em quando renasce em mim aquele espírito de arqueologia pessoal que me faz reler meus diários, cadernos, revirar a minha bagunça do quarto e, ocasionalmente, reler o blog. E esse blog não tem nada de legal. No último ano eu só falei do Desafio Literário, sendo totalmente infiel ao título Randomicidades Aleatórias. Sem randomicidades, nem eu vou querer reler o blog. Ou seja, ele não servirá para quase nada.

(comecei a achar a palavra blog esquisita. Blog, blog, blog)

Voltando ao assunto, posso passar grande parte do meu tempo livre lendo, mas tenho outros interesses também, tipo assistir patinação no gelo, tocar flauta doce, assistir a filmes, ouvir música etc. e pretendo escrever mais sobre essas coisas futuramente. Por isso, agora escreverei sobre Rurouni Kenshin.

Animes e mangás foram um grande vício durante parte significativa da minha vida. Tinha uma época em que eu passava horas seguidas diante da TV, passando do Cartoon para a Fox Kids para a finada Locomotion (triste que quando a Animax surgiu eu já não gostava tanto de anime. Até tentei engatar em alguns, mas os horários não eram dos mais convenientes e nenhum me encantou). Não sei em que momento exato eu parei de assistir animes, mas sei que quando parei, parei para valer. Com exceção de ocasionais relidas dos mangás que tenho em casa (poucos) e ter acompanhado parte das reprises de Sakura Card Captors e RK, nunca mais li, assisti ou me interessei por esse universo novamente. Até essas últimas férias, em que comecei a assistir animes novamente. Minha prioridade era ver coisas novas, mas rever os antigos favoritos tem sido mais divertido.

No passado eu não hesitaria em dizer que Sakura era meu anime/mangá favorito, mas nesse hiato as coisas foram gradualmente mudando e RK foi o que permaneceu mais forte em meu coração (que piegas!).


Meu primeiro contato com RK foi quando o anime passou no Cartton Network. Minha amiga gostava e recomendou, eu assisti e não gostei. Mas teimei um pouco e os personagens me cativaram. Passei a gostar tanto deles que valia a pena acompanhar um monte de lutas, que eu odiava, só para poder estar na presença dos meus queridos personagens. E aí eu comecei a gostar das lutas. E aí foi puro amor. Assisti o anime inteiro e o revi várias vezes, comprei parte do mangá (só a saga do Enishi, mas eu queria voltar no tempo e ter comprado tudo) e li várias e várias vezes e assim RK foi adicionado à minha listinha de favoritos.

Mas o tempo passou e, anos depois, admirada com a facilidade de assistir animes na internet, revi o anime completo (incluindo as sagas finais, argh). E o vício voltou com muita força, o que é admirável, porque com a "velhice" o entusiasmo em relação a coisas como essas costuma ser mais moderado. Fiquei admirada com a minha capacidade de ficar fantasiando com a história, criando minhas fanfics na cabeça, coisa que eu não fazia faz tempo. E também fiquei admirada quando terminei de assistir a saga de Kyoto (porque o resto não conta de verdade, apesar de eu até gostar de algumas partes) e senti uma tristeza genuína ao pensar que dificilmente o mangá terá alguma continuidade. Se houvesse alguma forma de convencer o Watsuki a voltar a desenhar a história (saga de Hokaido, por favor!)... Tudo bem que tem o filme live-action, que eu não sei se assistirei porque deve ser estranho, e os novos OVAs, que eu quero ver, mas isso não é história nova, é só uma forma diferente de contar o que já existe.

Resumindo: rever RK conseguiu me fazer voltar a sentir aquela magia de antigamente e eu quero mais dessa magia, por favor.

É curioso como, apesar da magia ser a mesma, eu vi o anime com olhos diferentes. Por um lado achei uma chateação o enorme número de fillers antes da saga de Kyoto. Alguns fillers são engraçados, divertidos, hilários etc. O episódio do anel de noivado é um dos meus favoritos, gosto do episódio do cachorro, o do pintor... Mas precisava de tanto? Não me lembro de me incomodar com isso antes e não sei se é porque estava ansiosa para chegar na saga de Kyoto que senti isso.

E meu Deus, aquela saga do feng shui é chata demais! Ou eu é que não entendi muito dela...

Por outro lado, dessa vez me interessei pela parte histórica e fiquei com vontade de saber mais sobre o período do Bakumatsu/Restauração Meiji. Antes eu achava aqueles diálogos looongos e todas aquelas notinhas de rodapé no mangá meio supérfluos, mas dessa vez prestei atenção em tudo. Pretendo ler livros e assistir mais animes sobre a época. Principalmente se tiver algo sobre o Shinsegumi.

Também me interessei mais pelo lado humano do anime, por cada personagem, suas motivações, seu desenvolvimento. Gosto do fato de que mesmo os vilões às vezes não são tão vilões assim. E me vi gostando de personagens que antes não gostava.

E isso leva ao meu Top 10 de personagens, que era o objetivo original do post. Desculpe, meu eu futuro que irá reler isso, se eu escrevi demais e não falei nada... e se fui meio sentimentalóide.

Top 10 - personagens de Rurouni Kenshin

1- Hajime Saitou

Ele é foda! Sou meio obcecada por ele a ponto de achar os episódios sem sua presença meio sem graça e ficar impaciente esperando ele aparecer. Gosto da maneira como ele luta ao lado dos mocinhos e continua o mesmo malvado de sempre, sempre provocando todos com aquele seu jeito arrogante de ser.

É interessante que ele seja baseado em uma figura histórica real, mas que ao mesmo tempo o Watsuki tenha tomado bastante liberdade na criação do personagem.

2- Enishi Yukishiro

Não tenho muita certeza de que personagem merece o segundo lugar, então considerem que as posições do Enishi e do Hiko são intercambiáveis.

Gosto do Enishi porque acho ele tem toda essa relação intensa de amor pela irmã e é todo traumatizado e perturbado devido a isso. Ele é um personagem interessante psicologicamente. E ele tem cabelos brancos, roupas chinesas e técnicas de luta curiosas.

As lutas entre ele e o Kenshin também são ótimas e é uma pena que só existam de verdade no mangá.

3- Seijuurou Hiko

Ele é o mestre do Kenshin e o criou desde que este era um garotinho, consequentemente, pode humilhá-lo à vontade e lembrá-lo de todas aqueles acontecimentos constrangedores da infância. ;D

Ele é pura arrogância e eu meio que gosto de personagens arrogantes.

É uma pena que ele não apareça muito na história, mas é compreensível, afinal, ele é o mais forte de todos e se ele tiver que aparecer, ninguém mais precisar lutar.

4- Misao Makimachi

Ela é meio infantil, tola e irritante, mas eu gosto dela. Ela é divertida e concordo com o Watsuki, o mangá precisava de algum tipo de personagem cômico quando o Kenshin se separa do resto do grupo para seguir até Kyoto.

Adoro o visual dela. Tanto a roupa de ninja quanto a normal são uma fofura.

Às vezes me frustra um pouco que nem ela nem a Kaoru tenham grandes participações em lutas, com exceção da luta com a/o Kamatari. Eu queria um pouco mais de girl power!

5- Makoto Shishio

É o grande chefão da saga de Kyoto e meu vilão preferido de RK. Como personagem, prefiro o Enishi, mas como vilão, o Shishio é bem superior. Ele é beneficiado por estar acompanhado por ótimos coadjuvantes e tal, mas ele tem brilho próprio.

Apesar de todos seus trejeitos de vilão maléfico, no fundo ele não é tão mau assim. Gosto da sua ideologia darwinista.

6- Sanosuke Sagara

Ele é meio que o típico melhor amigo do protagonista. Apesar de não muito inteligente, ele está sempre ao lado de Kenshin e conta com sua plena confiança.

Ele é engraçado e gosto de seu jeito meio despreocupado de ser. Mas acho que gosto mais dele em momentos cômicos do que em momentos sérios.



7- Kaoru Kamiya


Ela tem seus momentos chatos, mas no geral gosto muito dela. Ela tem seu lado furioso e seu lado doce, seu lado forte e seu lado frágil.

Acho o relacionamento dela com o Kenshin muito bonito, e olha que eu não sou de sentimentalismos. Ela sempre está ao lado dele para apoiá-lo, mesmo quando não pode fazer muita coisa, está sempre pensando no bem dele etc.



8- Yumi Komagata


Ela não tem um papel tão fundamental assim na história, mas eu gosto muito dela Não é só porque ela é fundamental em uma das cenas mais emocionantes do anime, pelo menos para mim (eu já cheguei a chorar naquela cena. Toca uma música do Beethoven), mas também porque eu gosto desse tipo de personagem, o par romântico do vilão. Sei lá. E é engraçado quando o Sano fica carregando ela enquanto eles correm pelos corredores.

9- Soujiro Seta

No passado, eu não gostava muito dele. Sei que ele é bem popular entre os fãs de RK, mas eu sempre achei essa coisa de não ter sentimentos meio sem graça. Não sei quando foi que essa coisa de não ter sentimentos começou a ser legal para mim, mas o fato é que agora eu gosto do Soujiro. Talvez seja porque ele é baseado no Okita e o Okita é do Shinsengumi e eu gosto do Shinsengumi.

A história dele é uma das mais tristes...




10- Tomoe Yukishiro/Himura


Outra personagem que eu não gostava e que agora gosto. Talvez eu tenha mudado de opinião ao assistir ao OVA que me fez ter um melhor entendimento da personagem. Ou talvez seja o meu gosto por histórias trágicas...

Mas a Tomoe é legal e fico meio agradecida pelo Watsuki não ter sido bem sucedido em criar a "cool lady" (lol) que ele queria e ter dado a ela algumas demonstrações de sentimentos. Uma pena que ela não teve um final feliz, mas se não fosse assim não haveria toda a história do mangá/anime que eu tanto amo.

Fim. Cansei de escrever. Aff, essas coisas demoram demais. Tchau!